TEORIA UNIFICADA
Há cerca de 30 anos, os físicos vêm tentando encontrar uma teoria única que explique o Universo. Ok, nós mortais podemos até achar que é pretensão demais, mas esses crânios passam o dia inteiro em cima dessa questão.
A idéia é reunir numa mesma explicação plausível as forças fundamentais da natureza e as partículas elementares. Esses componentes já foram explicados em separado há algumas décadas, num modelo matemático que consegue explicar 3 das 4 forças básicas da natureza: a força eletromagnética, a força nuclear forte (que mantém os quarks unidos no núcleo atômico) e a força nuclear fraca (que controla o decaimento radioativo). O problema é que a 4ª força se recusava a participar da festa. Essa forcinha teimosa é a gravidade.
Esse esforço teórico não é tão distante assim da nossa realidade como pode parecer à primeira vista. Muitos dos avanços tecnológicos que nos cercam hoje foram um dia apenas modelos matemáticos, ou seja, idéias complexas no campo teórico que depois puderam ser comprovadas experimentalmente e que deram origem a novos materiais, processos e técnicas que, mais tarde, geraram produtos e serviços que foram parar no mercado.
A maioria das tentativas de incluir a gravitação numa explicação unificada vinha se baseando na teoria das cordas, uma construção matemática que propõe que as partículas elementares, no final das contas, seriam compostas de minúsculos fios. Só que essa teoria ainda tem alguns pontos obscuros e, pior, não permite comprovação experimental.
Assim, alguns físicos teóricos não se convenceram e começaram a buscar outras abordagens, rompendo drasticamente com a teoria das cordas. Um desses estudiosos se chama Antony Garrett Lisi, um físico d 39 anos que obteve seu PhD mas recusou-se a seguir sua afiliação acadêmica, pois se o fizesse, teria que prosseguir seus estudos em cima das velhas idéias.
Em 2006, ele conseguiu um importante patrocínio para continuar sua pesquisa. A grana veio do Foundational Questions Institute, uma entidade cujos fundos vêm de instituições de caridade.
À primeira vista, Garrett é uma pessoa pouco provável de aparecer de repente com uma teoria capaz de explicar o Universo inteiro. Ele passa grande parte de seu tempo surfando no Hawaii e, no inverno, ele se manda para as montanhas perto de Lake Tahoe, na Califórnia, pra ensinar snowboarding. Até pouco tempo atrás, a Física pra ele não era mais do que um hobby.
Mas alguns dos mais proeminentes físicos do mundo estão debruçados sobre a teoria de Garrett, publicada há poucas semanas, mais especificamente, no dia 6 de novembro de 2007, talvez uma data história, quem sabe?
Analisando a mais elegante e ao mesmo tempo complicada estrutura matemática elaborada pela mente humana, ele revelou uma relação que é comum a todas as partículas e forças da Natureza, incluindo a gravidade.
Isso tudo é apenas uma teoria, por enquanto. Ou seja, precisa de comprovação experimental. Mas muitos físicos teóricos classificam o trabalho de fabuloso, considerado como o mais convincente e motivante modelo de unificação já elaborado nos últimos anos.
É claro que o criador da velha teoria das cordas acha tudo uma piada de mau gosto e continua insistindo que a idéia dele é melhor. Mas não poderia ser de outro jeito. É a natureza humana em ação.
Garrett vinha dando murro em ponta de faca, batalhando em cima de equações altamente cabeludas por vários anos. Até que, há 6 meses, ele se deparou com um artigo científico analisando uma estrutura matemática chamada E8: um padrão altamente complicado com 8 dimensões e com 248 pontos, chamados raízes ou soluções dessa, digamos, equação.
Ele notou que algumas das expressões descrevendo a estrutura E8 batiam exatamente com as equações que ele vinha estudando.
Num dado momento, deu um estalo na cabeça dele, e ele percebeu as implicações e a beleza do modelo todo. As 248 raízes do E8 seriam as equações básicas das várias partículas elementares sub-atômicas, e que poderiam explicar, entre outras coisas, como as forças nucleares fazem os elementos radioativos decaírem com o tempo, conforme acontece dentro dos gigantescos aceleradores de partículas.
Garret não foi o primeiro a associar partículas com pontos específicos em estruturas matemáticas. Em 1950, um cientista chamado Murray Gell-Mann e seus colegas previram uma partícula chamada ômega-menos analisando uma estrutura matemática simétrica denominada SU(3).
Eles esmiuçaram essa estrutura e viram que havia uma lacuna nas equações, que só poderia ser preenchida com a existência de uma partícula. Tempos depois, nos laboratórios de pesquisa, eles descobriram a tal partícula e a teoria se comprovou.
Antes de se dedicar à misteriosa E8, Garrett examinou uma estrutura menor, um padrão hexagonal chamado G2, na tentativa de explicar o funcionamento da força nuclear forte, que segundo a teoria antiga era transmitida por partículas chamadas glúons, um nome que vem de glue, palavra inglesa que significa “cola”.
Esses glúons afetam outras partículas chamadas quarks, que têm cargas apelidadas de cores: vermelho, verde e azul. A grande sacada de Garrett foi correlacionar quarks e anti-quarks de cada cor com vários glúons, e reproduzir a forma com que essas partículas interagem entre si. E ele fez isso sem cálculos avançados, mas sim usando apenas a boa e velha geometria que a gente aprende no ensino médio.
Faltava apenas meter a gravitação na panela, e ele fez isso usando uma outra estrutura matemática chamada F4, que deixava lacunas para duas novas partículas ainda não comprovadas: chamadas e-phi e ômega, que criam uma força denominada gravi-eletrofraca.
Eu sei, eu sei, isso tudo é complicado demais. Olha, eu peguei o artigo completo do Garrett e li as 31 páginas. E olha que eu tenho formação básica em física e matemática. Aquilo é um trabalho tão complicado e hermético, que a pessoa se deprime só de folhear o texto. São tantos termos misteriosos, símbolos ininteligíveis e equações exasperantes que, basta dar uma passada de olhos em cima desse material que você vai se sentir como eu, um verme rastejante, uma ameba mental.
O título do trabalho é o seguinte: “Uma excepcionalmente simples teoria do Todo”. Bem, de simples, pelo menos pra nós, ela não tem absolutamente nada.
O próprio Garrett reconhece: é um tiro longo. Sua teoria ou será um completo êxito, ou um completo fracasso. Os outros físicos teóricos estão trabalhando em cima dela nesse exato momento. Se a teoria não conseguir explicar pelo menos uma partícula ou pelo menos uma força elementar da Natureza, aí ela cai.
Mas a comprovação final só vai ser possível quando começar a funcionar o LHC em maio de 2008, o Large Hadron Collider, o mais poderoso acelerador de prótons da história, localizado nos subterrâneos do CERN, perto de Genebra, na Suíça, local onde, aliás, também foi criada a nossa conhecida web.
Garrett estudou uma estrutura matemática chamada E8, baseada na álgebra de Lie. O esquema dessa estrutura é uma figura altamente complexa, que mais se parece com uma estrela [mostrar fig. 01]. Se a gente pensar numa estrutura tridimensional, quando a gente dá uma rodada nela, ela passa a ter uma outra aparência.
Mas o nível de abstração da E8 é tão alto que ela tem não 3, mas 8 dimensões. E quando a gente roda essa estrutura nas 8 dimensões, ela assume configurações também complexas, mas muito belas, como por exemplo uma em que a rotação se dá da álgebra F4 para a álgebra G2. [mostrar fig. 02].
Ou então essa outra, em que a rotação vai de G2 para F4, mostrando a estrutura E6. [mostrar fig. 3].
Não pense que esses nomes: E8, F4, G2 e E6 deveriam fazer algum sentido para você, ou mesmo para mim. Não, não fazem. São apenas nomes de devaneios matemáticos que só significam algo razoavelmente palpável na cabeça desses físicos teóricos geniais.
LINKS
Garrett:
http://en.wikipedia.org/wiki/Antony_Garrett_Lisi
Artigo do New Scientist:
http://www.newscientist.com/article/mg19626303.900;jsessionid=OEGLIBGOIACB
Teoria de Garrett – sinopse:
http://www.arxiv.org/abs/0711.0770
Artigo completo em PDF:
http://www.arxiv.org/pdf/0711.0770
Foto do Garrett na Islândia:
http://en.wikipedia.org/wiki/Image:AntonyGarrettLisi.jpg
E8:
http://en.wikipedia.org/wiki/E8_%28mathematics%29
http://en.wikipedia.org/wiki/Image:E8_graph.svg
LHC:
http://en.wikipedia.org/wiki/Large_Hadron_Collider




A Teoria de Grupo¹ proposta por Gell-Mann² nos deu o Modelo Padrão de partículas³. Embora seja muito abstracional, uma das grandes premissas da Teoria de Grupo é aquela que define elementos de uma classe:
“Todos os elementos de um grupo, que conjugam entre si, formam uma CLASSE“
…e assim é a vida…
______________________
¹ https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Teoria_dos_grupos
² https://en.m.wikipedia.org/wiki/Murray_Gell-Mann
³ https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Modelo_padr%C3%A3o
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Eles só vão conseguir chegar a uma conclusão mais completa, quando pararem de serem profissionais de ciência e serem cientistas por que querem saber a verdade, com essa mudança vão aumentar seus pontos de vistas e considerar coisas que hoje os cientistas profissionais ignoram, porque são contra seus princípios.
Um exemplo, é esta matéria que explica o porque da existência dos fenômenos quânticos => http://forum.intonses.com.br/viewtopic.php?f=77&t=147809
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Arnaldo Chioquetta li o seu tópico e realmente é uma ideia interessante. Porém na ciência, principalmente na física, toda teoria precisa ser escrita com um certo formalismo (no caso, um formalismo matemático). Mesmo os axiomas, sem nenhuma fórmula complexa, tem que se ater a uma lógica fundamentada e baseada em preceitos já discutidos e defendidos.
Vê se que você é um estudioso do assunto, e não estou desmerecendo sua teoria, mas tudo isso que você já absorveu veio de trabalhos de grandes mentes que se embasaram nos conceitos abstratos da matemática, geometria e álgebra, pois eles acreditavam que essas linguagens são a tradução dos fenômenos da natureza.
Te convido portanto a colocar sua teoria nesse formalismo. Aprofunde-se mesmo por hobby, por passatempo… Grandes cientistas começaram assim. Parabéns.
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Concordo Jorge Luiz Brito de Faria o caso é que tenho percebido que essa conclusão não é exclusiva minha, outras pessoas incluindo cientistas tem chegado a conclusões parecidas, mas são um pouco diferentes, porque cada um olha sob certo aspecto.
Mas uma hora ou outra alguém irá convergir todas variantes de teorias.
A já décadas tenho formulado teorias, mas como não sou da área não me esforço por transforma-las em teorias aceitáveis ao meio científico, mas tenho notado que outras pessoas acabam chegando as mesmas conclusões que eu.
Então trato apenas de antecipar algo a quem tenha interesse, pois logo mais outros virão e a provarão por seus próprios esforços.
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Lhe convido a conhecer o forum Intonses, nesta seção há notícias e teorias novas, algumas minhas, quando não são minhas as teorias eu coloco a referência da origem => http://forum.intonses.com.br/viewforum.php?f=77
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Ufa, tive um susto, mas fui conferir e voltei a ficar tranquilo!
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Discordo Valdinei Bongiorno, tudo que foi feito em termos de fisica quantica até hoje foi observar os fenômenos, com uma única exessão aqui => http://forum.intonses.com.br/viewtopic.php?f=77&t=147809
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Arnaldo Chioquetta a sua proposta de “salto quântico”, na verdade, é um mecanismo de transferência contínua, o que contradiz a ideia primordial de “salto quântico”.
Quanto ao fato da matéria ser energia, também não resolve o problema da existência da substância, pois, do que seria constituída a menor fração dessa “energia fundamental”?
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Arnaldo,
Se o universo surgiu num big bang, então, é finito e tem, necessariamente, lado de dentro e lado de fora.
Se infinitos universos surgiram em infinitos big bangs, então, é infinito e não tem, necessariamente, lado de dentro ou lado de fora, pois, lado de fora só existe para o que é finito.
Se o universo é finito, então, o seu lado de fora é o vazio absoluto, que é, necessariamente, infinito.
Para as duas hipóteses anteriores, isto é, ser finito ou infinito, sempre resulta em infinito, um vazio infinito com um ponto dentro, se surgiu de um big bang, ou um pleno infinito, se surgiu de infinitos big bangs.
Então, te pergunto, num espaço vazio infinito ou pleno infinito, qual o tamanho mínimo ou máximo para algo que possa existir?
Poderá existir um elemento menor de todos? Poderá existir um elemento maior de todos?
É obvio que não! Então, como seria constituída, o que teria dentro da menor partícula de sua “energia” fundamental, que formaria toda a matéria do universo finito ou infinito?
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Fica complicado conversar por aqui porque não existe o recurso da citação, por isso convido a dialogarmos no forum Intonses ou no Fisica2100
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Vou responder ao Beto logo mais, infelizmente vão ter que ser várias respostas.. continuo dizendo que essa interface não é muito adequada pra esse tipo de discussão
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“sua proposta de “salto quântico”, na verdade, é um mecanismo de transferência contínua, o que contradiz a ideia primordial de “salto quântico”.”
A proposta não é minha a evidência do salto quantico é constatada por outras pessoas eu só explico com e porque ele acontece.
E não é uma transferência contínua, mas sim saltos continuos, semelhante a quando uma hélice de ventilador gira, ora ela esta ali ora não esta, mas se enfiar o dedo ali sentirá como se estivesse sólido.
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“Quanto ao fato da matéria ser energia, também não resolve o problema da existência da substância, pois, do que seria constituída a menor fração dessa “energia fundamental””
A energia fundamental é algo singular, sem uma explicação anterior, sem uma composição é aquilo que apartir dela que as coisas ou outras formas de energias são formadas
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“Se o universo surgiu num big bang, então, é finito e tem, necessariamente, lado de dentro e lado de fora.”
Discordo, eu acredito no universo cíclico e acredito também o conceito de tecidodo do universo, e ele que forma o ‘espaço’ como geometria espacial que conhecemos.
Fora do tecido do espaço aí sim não existiria nada, no momento da compressão para formar a singularidade do bigbang o tecido do espaço seria comprimido também.
Portanto não haveria um lado de fora, porque o limite das coias que existem estariam dentro dele, no caso do tecido do espaço.
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“Se infinitos universos surgiram em infinitos big bangs, então, é infinito e não tem, necessariamente, lado de dentro ou lado de fora, pois, lado de fora só existe para o que é finito.”
Minha teoria não considera infinitos universos, minha analise não foi a partir da matemática foi a partir da teoria quântica e foi elaborada como forma de explicar ela.
Existiria um outro universo apenas, este seria de maior energia, acima da velocidade da luz, quando ele decai, é que vem ao nosso.
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“Se o universo é finito, então, o seu lado de fora é o vazio absoluto, que é, necessariamente, infinito.”
Concordo, um infinito apenas como conceito matemático, porque não haveria nada ali, então seria mais um infinito potencial e não real.
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“Então, te pergunto, num espaço vazio infinito ou pleno infinito, qual o tamanho mínimo ou máximo para algo que possa existir?”
Qualquer tamanho, desde que seja limitado pelo tecido do espaço.
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“Poderá existir um elemento menor de todos? Poderá existir um elemento maior de todos?
É obvio que não! Então, como seria constituída, o que teria dentro da menor partícula de sua “energia” fundamental, que formaria toda a matéria do universo finito ou infinito??”
Meu conceito não conta com uma partícula fundamental mas sim uma energia fundamental, e ela em si não teria um tamanho, no máximo um limite de repulsão.
No caso a minha maior explicação neste sentido foi colocada neste tópico do forum Fisica2100 => http://fisica2100.forumeiros.com/t1323p10-onde-moramos#8791
Ali demonstro como que uma energia pode formar algo similar a uma matéria.
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Arnaldo Chioquetta Essa resposta implica que existe algo real, portanto, limitável DENTRO de algo IRREAL que, por decorrência lógica, só pode ser infinito, isto é, algo finito dentro de algo que não tem “tamanho” mensurável. É só pensar um pouco.
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Arnaldo Chioquetta Uma partícula fundamental, uma energia fundamental, nenhuma definição importa, o que importa é que seja o que for que exista, deve possuir um “tamanho”, que implica em forma, que implica em conteúdo, que implica numa necessidade de definição desse “conteúdo”.
Não basta renomear os bois, temos de demonstrar seus mecanismo existenciais.
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Começo a achar que os físicos profissionais deveriam ouvir um pouco mais os físicos amadores, e vice-versa. Até o momento ninguém citou a teoria das cordas ou gravitação quântica de loops (loop quantum gravity theory). Talvez uma dessas bases dê uma luz nos questionamentos de Arnaldo Chioquetta, Valdinei Bongiorno e Betto Sarafelli.
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Arnaldo, percebo que você não conseguiu se livrar dos preceitos da física tradicional. Origem, volume, quantidade, tempo, limite, entre outros conceitos, são palavras de engano, não podem levar a verdadeira estrutura do universo.
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A teoria das cordas é bastante semelhante a minha, esta que falei que explica a teoria quântica.
São assuntos que ninguém tem como dizer com certeza, assim cada um analisa sob certo aspecto e chega a certas conclusões, como as bases de conhecimentos são diferentes os resultados são diferentes.
Ou seja falamos das mesmas coisas com palavras diferentes.. quase isso..
Já gravitação quântica de Loops confesso que desconheço.
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Jorge Luiz Brito de Faria Sou físico e filósofo desde meus 14, 15 anos, mas, somente aos 28 foi que pude montar minhas ideias num formato que chamo de TUGIA, divulgada em 2005 no meu site de mesmo nome.
Nunca parei de estudar física e filosofia, hoje, aos 45 me considero um verdadeiro “filosofísico”, apesar de só ter conseguido chegar até ao 4º período dessas duas fantásticas disciplinas, (des)graças a minha situação financeira.
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Físicos profissionais são pessoas que seguem regras preestabelecidas, as aceitam sem discordar.
Mas essa não é a postura dos religiosos perante seu pastor?
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Afinal físicos profissionais são profissionais .. precisam manter seus empregos ..
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Arnaldo, seu link remeteu a uma página interessante, então, quem é Robson Z. Conti?
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Hoje em dia, todos estão falando em torus, mas em 1998 não existia nada na paupérrima internet sobre esse mister.
Mesmo hoje em dia, só falam sobre o torus como um aspecto místico, sagrado, mágico, como uma estrutura energética desconecta, isolada, sem funcionalidade prática.
Mas os meus torus, isto é, meus Compalphas possuem uma estrutura interativa, uma conectividade, uma coletividade funcional que pode dar conta de todos os aspectos da “realidade” do universo.
Vejam em meus posts alguns exemplos da interatividade entre eles.
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Queiram ver esse link: https://youtu.be/3di1Poc-BU0?t=35
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Arnaldo Chioquetta Mas essa é a ideia de um deus onipotente, que tudo criou, mas que não foi criado ou de um big bang, que se criou do nada.
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Arnaldo Chioquetta Neste caso, onde e como estaria disposto esse universo em relação ao nosso? Não estaria em um LUGAR COMUM que seria capas de CONTER o nosso universo e esse “universo de maior energia”?
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Arnaldo Chioquetta Seria um “infinito potencial” que seria capaz de CONTER um algo real, isto é, o nosso universo real cercado por um vazio potencial.
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Arnaldo Chioquetta …”fora do tecido do espaço, aí sim, não existiria nada… Fora do tecido espacial, não é fora do universo conhecido? Fora do que existe, não está a inexistência? A inexistência é CONTÉM a existência, ou essa última é quem CONTÉM a inexistência?
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Arnaldo Chioquetta …”desde que seja LIMITADO pelo tecido do espaço”. Vê, o que disse, LIMITADO… limite não é qualquer tamanho, esse só pode ser no ILIMITADO.
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Mais outra rodada de diálogos, tudo bem é legal, mas fico sempre achando que precisávamos de um lugar virtual mais adequado .. mais tarde respondo-os ..
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Que droga, escrevi um monte de coisa aqui cliquei num lugar sem querer e foi-se tudo.
E minha insatisfação por essa interface aumenta mais ainda!
Mas tudo bem, na segunda vez acaba saindo melhor que a primeira ..
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Betto Sarafelli Robson Z. Conti é um dos vários cabeçudos daquele forum, sugiro que se junte a nós 😉
Talvez encontre maiores detalhes sobre ele no tópico de apresentação dele naquele forum.
A minha ideia de Deus, é que ele é o universo em si, não como personalidade mas como complexidade, dando como resultado algo que pode ser interpretado por nós como uma personalidade, algo que regeria tudo, mas que é natural, como as leis científicas, uma complexidade que rege a si mesma e todos nós juntos.
O “outro universo” estaria aqui, mas não interagiria com o nosso devido as diferenças vibracionais.
Sabemos que tudo vibra no nosso universo mas também tudo é ou pode ser sólido, a existência da solides e massa são oq provocam a interação “aqui”.
Mas sabemos que se vibrarmos algo em certa quantidade ele atravessará uma matéria sólida, quanto mais solides, mais é necessário o aumento de intensidade.
Já o “outro” universo o nível vibracional é tão alto que não há interação com o nosso só entre si e de maneira bem difícil de conceituar afinal as dimensões neste outro universo também seriam diferentes.
Mas existiriam alguma interferência com o nosso, além das que são observadas a nível quântico, também oq observamos ao nível de macro-cosmos, que hoje damos o nome de matéria e energias escuras.
Mais detalhes sobre essa minha conclusão aqui => http://forum.intonses.com.br/viewtopic.php?f=77&t=213621
Fora do tecido do espaço, existiria apenas a não-existência.
Hoje sabemos que há criação de partículas em pleno vácuo, mas este pleno vácuo ainda estaria contido no tecido do espaço.
Fora dele não haveria esse fenômeno.
Ou seja a matéria prima do surgimento das partículas seria o próprio tecido do espaço.
O termo “tecido do espaço” é um conceito com vários nomes e nem sempre com mesma interpretação.
A primeira menção de algo que pode se encaixar no conceito de tecido do espaço surgiu nos Vedas.
Sobre sua última observação podemos considerar uma metáfora semelhante ao nosso conceito de número.
Não há limites para pensarmos em números, mas ter um conceito de número na mente não significa que exista algo físico correspondente a esse número.
Ou seja algo fora do tecido espaço, não é algo, não existe, como coordenada espacial pode até existir, mas o conceito de coordenada espacial é um conceito da nossa cultura não existe fisicamente.
Uma curiosidade
Quando era adolescente adorava fazer cálculos e uma vez calculei a quantidade de grãos de areia no universo, considerando o percentual de planetas como o nosso que conteriam areia, deu um número com 302 zeros ..
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Arnaldo Chioquetta Primeiramente você diz que; “o outro universo está aqui, mas não interage com o nosso”, depois você diz; “mas existem algumas interferências…”.
Que são a nível quântico e, obviamente, a nível gravitacional, já que a suposta matéria escura é algo que falta para equilibrar as equações gravitacionais.
Pergunta: Interfere ou não?
Outro ponto contraditório é que você diz; “Fora do tecido espacial, o que existe é a não-existência…”
Com isso, você admite o “lado de fora” do universo ao mesmo tempo que não se dá conta da relação que possa haver entre o “tamanho” dessa não-existência e o real tamanho desse tecido espacial (do universo).
Ora, se o “lado de fora’ é a não-existência, ela só pode ser um espaço absolutamente vazio e adimensional, ou seja, algo espacial e temporalmente infinito, que torna o “nosso” universo absolutamente insignificante, como um ponto geométrico em meio a um espaço infinito.
Pergunta: O “seu” universo é espacial e temporalmente finito ou infinito?
Você também diz: “a matéria prima do surgimento das partículas seria o próprio tecido do espaço”.
Então, o “tecido do espaço” é, em ordem hierárquica, o responsável pelo SURGIMENTO da ENERGIA e esta, pela sua capacidade de VIBRAR, é que gera, produz a solides daquilo que chamamos MATÉRIA.
Perguntas: Do que é feito o “tecido do espaço”? De ENERGIA do vácuo quântico?
De Bósons de Higgs que, fundamentalmente já é um tipo de ENERGIA? Que raios é ENERGIA, que a tudo constrói? Qual é o seu DESENHO fundamental? Isso tudo não é, novamente, a mesma ideia de um DEUS?
E, qual foi a média do volume dos grão de areia que você adotou para chegar a essa conclusão numérica?
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